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Você não é o seu emprego

Hoje o post seria outro, mas esse imagem entrou no meu feed e provocou um milhão de questionamentos dentro de mim.
Desde cedo nos ensinam a responder à pergunta: “O que você quer ser quando crescer?” com o nome de alguma profissão, “quero ser médico” é uma resposta que deixa qualquer pai orgulhoso. Vou ensinar o meu filho a dizer: “Vou ser feliz!” e ajudá-lo a se encontrar no mundo, pra saber quem ele é, independente do rumo que escolher.
Por isso existem pessoas que quando perdem o emprego ficam perdidas, não sabem o que fazer da vida. Simplesmente porque não se conhecem. Passaram seus dias trabalhando e “curando o stress do trabalho” superficialmente, sem encontrar algo que fizessem seus olhos de fato brilharem.
E quando chega o momento de se reinventarem, não sabem quais são as suas habilidades, a não ser aquelas que praticava no antigo emprego. Não sabe quais assuntos lhe interessam, nunca teve curiosidade sobre outros assuntos. Não sabe comandar a própria vida se não tiver alguém cobrando por resultados.
Nosso emprego sempre terá influencia em quem somos, mas não é o todo. Nós precisamos aprender a nos enxergar e a enxergar o outro além da carga horária.
Existe também aquele tipo de pessoa que sabe quem é, independente de qual emprego ela esteja, ela sabe o seu papel no mundo, entende que pode realizar o seu propósito de várias maneiras e em vários cargos. É raro, mas existe.
Quer uma maneira de começar a pensar mais sobre o assunto?

Se não existisse mais o dinheiro no mundo, se pergunte o que te motivaria a levantar da cama todos os dias.

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